Após um fim-de-semana bem ocupado adiantando paradas do trabalho — é, é jogo, podem sacanear se quiserem — e estudando, finalmente posso comentar alguns eventos mais recentes. Na quinta passada, fui direto do trabalho para o Museu de Arte Moderna conferir o evento de abertura da terceira edição do Festival Internacional de Animação Erótica. Para quem não sabe, a empresa onde trabalho atua em mais áreas além do jornalismo de games, e uma delas é a produção de animações — sabem a Bárbara, a musa ruiva dos curtas animados do Sexy Hot e que vez por outra pipoca no Sexy Time? Assim comigo.
Eu, a galera do FB e os demais presentes conferimos uma série de vários curtas estrangeiros bem bacanas — o da Bárbara só rolou em teaser, apesar de concluído… a versão completa será exibida no dia final do evento, sexta-feira que vem. A ala nacional foi bem representada por “Cânone para Três Mulheres”, mesmo se o curta em questão tiver pecado pelo excesso de duração — nove minutos foi demais, mesmo que a premissa de mesclar seqüências de animação ao som de jazz tenha sido bacana. Além do social e open bar movidos à Devassa e Montanhesa — se beber, não misture — ainda fiquei de papo com Özgül Gürbüz, que veio da Turquia especialmente para o evento. Nem mesmo derrubar duas vezes o petisco da mão dela — um salgado e um doce, way to go!!
— impediu o bate-papo divertido (e achei aqui o curta dela que foi exibido no evento — “Love & Marriage” — que tentei colocar aqui como embed e por alguma razão esotérica não funcionou).
Depois de lá, eu e uma amiga seguimos para o show da Bebel Gilberto no Circo Voador — nome na porta for the win, ou “ser o +1″ para ser mais correto. Eu não conhecia muito o trabalho dela, e diferente do que um ou outro desavisado (eu incluído) imaginaria em função de seus parentes, não tem a ver com o esquema “banquinho e violão”. Animada e com uma grande presença de palco, Bebel me inspirou a ouvir o disco mais recente e conferir se o trabalho em disco condiz… sabe como é, né? Muitos artistas se reinventam e sobressaem no palco…
np: “Teardrop”, Massive Attack